Tags: Colégio Sarah Faris Bras

Os profissionais querem conversar com as autoridades sobre a violência nas escolas .

Vimos nesses dias um caso de violência que colocou na mídia um colégio Estadual em Piedade no município do Rio de Janeiro .
Entretanto, a mesma violência atinge a todo estado e os colégios de nossa cidade, estaduais ou municipais não ficam intocáveis dela.
Apresentamos o caso do Colégio Estadual Sarah Farias Bras em Saracuruna que teve uma ação de assalto que apavorou alunos e profissionais presentes. Esse fato levou ao Coordenador da Metro V a ir na unidade escolar conversar com os profissionais e a comunidade escolar explicou que a falta de porteiros facilita assaltos.
Vale lembrar que a Rede Estadual está numa greve de muita adesão e por isso o coordenador não conversou com todos profissionais dessa unidade no dia, por causa desse fato, e pior ainda não conversou com o diretor Zildo do SEPE – Caxias que ficou do lado de fora do Sarah . Nossa greve é por segurança também! Nós identificamos uma lista de situações que estão derrubando a qualidade de vida dos profissionais da Escola Pública e a precarização do trabalho dentro de um espaço sujeito a todo tipo de violência tem sido preocupante.
Acreditamos que a servidora que barrou foi mais Realista que o Rei. O coordenador tem ciência das leis e acordos que protegem a entrada da representação sindical no local de trabalho . No mundo inteiro colocar impedimento do sindicato cumprir o seu dever é chamado de atitude anti-sindical. Solicitamos que as autoridades ensinem aos seus subalternos a respeitar as leis trabalhistas nacionais e internacionais.

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