Tags: SEPE – Caxias – relatos .

Opinião da categoria : meses março – abril.

 

Dia 10/03/ 2015  anônimo

Ontem uma professora e eu nos identificamos como professores para que 2 alunos entrassem no ônibus sem o passe . Eles entraram pela porta de saída e seguimos viajem . Chegou em frente a escola eles não desceram e a professora foi buscar . Disseram na cara de pau que iriam matar aula . Certamente estavam indo ao Ana Clara e não é um lugar pra criança matar aula . Já devem estar sendo conquistados pela indústria alternativa de Caxias que é o Trafico, mas a professora não desistiu .” Eu conheço a mãe dele e vou falar com ela “ Essa e uma característica das professoras dos anos iniciais muito presente em Caxias, elas dão atenção , se envolvem e se importam.

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29/03 /2015 Cleide Ribam

Sou professora da Rede estadual e não estou satisfeita com o rumo que o PMDB está ao Rio de Janeiro . A educação não pagará pela Crise !!

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10/04 / 2015   Renato Ramos .

Quando me formei na faculdade já falavam do concurso de Duque de Caxias e estou indignando com o critério que a CONSULPLAN criou para cadastro de reserva .  A correção das provas discursivas (redação) será igual a 5 (cinco) vezes do total de vagas por cargo/distrito. Isso vai criar  um cadastro de reserva ínfimo no universo de necessidades que educação municipal . Mandei para  o e-mail de relacionamentos da CONSULPLAN meu protesto , mas sozinho não vou conseguir a mudança disso . Ressalto que os grandes concursos do Rio de Janeiro nunca fizeram isso . Precisamos reclamar no atendimento@consulpan.com

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Dia 12/04/2015 Flávio Santos .

Estou certo que a PEC da terceirização vai trazer condições análogas ao trabalho escravo no Brasil . Estou revoltado com a classe politica . Entrei no debate na página do Eduardo Cunha e discuti com a base do deputado que não conhecem a profundidade da lei . O SEPE como sindicato mais combativo do Estado do Rio tem que se engajar nessa luta .

——————————————————————————-16/04 / 2015     Fabrício Fonseca .

Destruindo a educação pública

O projeto de terceirização em votação no Congresso brasileiro associado à decisão do Supremo Tribunal Federal de permitir que ONG – organizações sociais sem fins lucrativos – assumam a educação sem licitação, acelera a destruição da educação pública e a migração dos escândalos de propinas para esta área. Há muito dinheiro em jogo. Só no MEC, são 100 bilhões. Sem contar as prefeituras e os estados. E vem aí o pre-sal.

Campinas, no Estado de São Paulo, já adotou a modalidade e aprovou em sua Câmara de vereadores a transferência das atividades do serviço público para ONGs, sem licitação. Este caminho agora é confirmado pela decisão do STF.

A privatização do serviço público vai construindo, desta forma, sua base legal e com isso viabilizando o aparecimento de um mercado potencial que deverá estimular a atuação de entidades não governamentais nesta área – nacionais e estrangeiras.

Com a lei de terceirização isso deverá ser ampliado. As greves deverão ser atacadas com o recurso às ONGs que colocarão professores temporários nas escolas em greve, por exemplo. Sem contar a própria transferência da administração das escolas para elas.

Fica faltando ainda avançar o credenciamento de professores, o qual se configura a partir do ensaio com o Exame Nacional de Docentes, em preparação no INEP.

Este conjunto de medidas constitui a maior agressão que se tem notícia ao serviço público e à educação nas últimas décadas, no Brasil.

 

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